#ExperimentaFMU


São Paulo, 24 de novembro de 2012. A rua como tela e palco. Nesta data aconteceu o #ExperimentaSP, um evento organizado entre vários coletivos (SampaPé!, Fora do Eixo, Epicentro Cultural, Mais Voz Menos Voto, Baixo Centro, Coletivo Centro, Agente Consciente, Cine centro e Azu.) e pessoas interessadas em uma cidade mais compartilhada, aproveitada, democrática e ocupada. O objetivo foi (e continua sendo) começar a aproveitar mais a cidade e os espaços públicos e pressionar para um planejamento urbano pensado nas pessoas (como o #existeamoremsp, festa junina do minhocão, slowmovie, Conexão Cultural São Paulo, Passeiô Conexão, entre muitos outros).

Inspirados nisso, visando também a apropriação do espaço que ocupamos em algum período do dia, a Komunidade Brasil Que Inventa e alunos do curso de Psicologia e de Musicoterapia da FMU anunciam e propõe desde já uma ocupação que propicie a expressão, a reunião e a confraternização entre alunos, professores e funcionários. Trata-se de uma ação cultural e não incitaremos ou aprovaremos atos que estejam em desacordo com as normas da Faculdade. “Não corra, não morra, não fume” (e não beba)!!!

“Ainda tem gente que costuma dizer que nossa geração é composta de jovens que não vão às ruas pelos seus interesses, eles apenas não perceberam que eventos como esse são acima de tudo manifestações políticas, artísticas, culturais e sociais do que queremos!”

COMPAREÇA
Faremos uma estreia da ocupação no horário do intervalo, no período noturno, por volta das 20h30, comemorando também o DIA DAS MULHERES. O espaço escolhido é o Coliseu, lugar exato de onde foi tirada esta foto e que é muito mal aproveitado, acontecendo apenas alguns eventos esporadicamente, como parte da colação de grau, por exemplo, quando então o espaço torna-se enfim útil.



QUANDO? 8 de março, às 20h30
ONDE? Coliseu, em frente à entrada principal


Fonte
http://www.conexaocultural.org/

Ser psicólogo e a Psicologia

Ser Psicologo
por Walmir Monteiro

"Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos o dom de usar a palavra, o olhar, 
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio. 
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.

Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais
precioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,
seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.

Somos psicólogos e trememos diante da constatação 
de que temos instrumentos capazes de 
favorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênção
que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas 
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.

Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem. 
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização.
Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,
sejam segredos que me acompanhem até o fim. 

E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de
ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que 
não tinha com quem contar para dividir sua solidão, 
sua angústia, seus desejos.
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir
que isso só começa quando a gente consegue 
realmente se conhecer e se aceitar."



"Todo mundo deveria ir ao psicólogo pelo menos uma vez por ano, para fazer um check-up geral."
Kléber Novartes

Tiras & Charges - parte 5


"Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo"


O superego de Mafalda


Defesas nossas de cada dia


Compulsão à repetição


Dia do Psicólogo

De tudo que já vi nas redes sociais, isto é o de mais sensato, uma mensagem curta e clara de Ana Maria Bock, sobre a Psicologia enquanto Ciência e Profissão. Por isso a escolha destas palavras neste dia 27 de agosto, dia do Psicólogo. E nas minhas palavras, um convite ao estudante de Psicologia: pense não apenas no profissional que você deseja ser, mas também no profissional que você NÃO deseja ser. Extravase a teoria, participe de atividades fora da faculdade que permitam que você obtenha um olhar mais amplo sobre fenômenos diversos. E, por fim, faça terapia!!! Parte do que você precisa para uma boa formação está dentro da faculdade e outra parte (tão importante quanto), fora dela.





Tudo tão Freud

Este vídeo é a apresentação do trabalho de um grupo de psicologia da Universidade Católica Dom Bosco, localizada em Campo Grande - Mato Grosso do Sul, para a disciplina de teoria e técnica psicanalítica.

Eles merecem mais do que, simplesmente parabenizações, merecem a divulgação do belíssimo e lúdico trabalho que realizaram.




"Diz pra ficar mudo
O libido, o recalque.
Tira essa loucura
Que eu quero, o ID e o EGO.

Trama de um  inconsciente 
Punciona o instinto.
O alivio e o prazer
Não vão me conquistar...

Uh... porque o SUPEREGO faz isso..."

Reflexões Humanistas – Carl Rogers


Segundo post da série - Reflexões Humanistas

 ·        Como poderei criar uma relação de ajuda?


1- Poderei conseguir ser de uma maneira que possa ser apreendida pelo outro como merecedora de confiança, como segura ou consistente no sentido mais profundo do termo? Tanto a investigação como a experiência nos indicam que isso é muito importante e, com o decorrer do tempo, encontrei respostas que julgo serem melhores e mais profundas para esta questão. Parecera-me que se apresentasse todas as condições exteriores que inspirassem confiança – a pontualidade nas entrevistas, o respeito pela natureza confidencial das entrevistas, etc. – e se eu agisse da mesma maneira durante as entrevistas , estas condições estariam cumpridas. A experiência, porém, ensinou-me que, por exemplo, o fato de me comportar com uma atitude permanente de aceitação  se na realidade me sentir irritado, cético ou com qualquer outro sentimento de não aceitação, acabaria que fosse considerado com inconsistente ou não merecedor de confiança. Comecei a reconhecer que ser digno de confiança não implica ser coerente de uma forma rígida, mas sim que se possa confiar em mim como realmente sou. Empreguei o termo “congruente” para descrever o modo como eu gostaria de ser. Com este termo pretendo dizer que qualquer atitude ou sentimento que esteja experienciando se adapta a consciência que tenho desse sentimento ou dessa atitude. Quando isso é verdade, então eu sou nesse momento uma pessoa unificada e integrada e é então que posso ser quem sou no mais intimo de mim mesmo. Esta é uma realidade que, por experiência, proporciona aos outros confiança.
Carl Rogers – Tornar-se Pessoa