De tudo que já vi nas redes sociais, isto é o de mais sensato, uma mensagem curta e clara de Ana Maria Bock, sobre a Psicologia enquanto Ciência e Profissão. Por isso a escolha destas palavras neste dia 27 de agosto, dia do Psicólogo. E nas minhas palavras, um convite ao estudante de Psicologia: pense não apenas no profissional que você deseja ser, mas também no profissional que você NÃO deseja ser. Extravase a teoria, participe de atividades fora da faculdade que permitam que você obtenha um olhar mais amplo sobre fenômenos diversos. E, por fim, faça terapia!!! Parte do que você precisa para uma boa formação está dentro da faculdade e outra parte (tão importante quanto), fora dela.
Tudo tão Freud
Este vídeo é a apresentação do trabalho de um grupo de psicologia da Universidade Católica Dom Bosco, localizada em Campo Grande - Mato Grosso do Sul, para a disciplina de teoria e técnica psicanalítica.
Eles merecem mais do que, simplesmente parabenizações, merecem a divulgação do belíssimo e lúdico trabalho que realizaram.
Eles merecem mais do que, simplesmente parabenizações, merecem a divulgação do belíssimo e lúdico trabalho que realizaram.
"Diz pra ficar mudo
O libido, o recalque.
O libido, o recalque.
Tira essa loucura
Que eu quero, o ID e o EGO.
Trama de um inconsciente
Punciona o instinto.
O alivio e o prazer
Não vão me conquistar...
Uh... porque o SUPEREGO faz isso..."
Reflexões Humanistas – Carl Rogers
Segundo post da série - Reflexões Humanistas
·
Como
poderei criar uma relação de ajuda?
1- Poderei conseguir ser de uma maneira que possa ser apreendida pelo outro como
merecedora de confiança, como segura ou consistente no sentido mais profundo do
termo? Tanto a investigação como a experiência nos indicam que isso é muito
importante e, com o decorrer do tempo, encontrei respostas que julgo serem
melhores e mais profundas para esta questão. Parecera-me que se apresentasse
todas as condições exteriores que inspirassem confiança – a pontualidade nas
entrevistas, o respeito pela natureza confidencial das entrevistas, etc. – e se
eu agisse da mesma maneira durante as entrevistas , estas condições estariam
cumpridas. A experiência, porém, ensinou-me que, por exemplo, o fato de me
comportar com uma atitude permanente de aceitação se na realidade me sentir irritado, cético ou
com qualquer outro sentimento de não aceitação, acabaria que fosse considerado
com inconsistente ou não merecedor de confiança. Comecei a reconhecer que ser
digno de confiança não implica ser coerente de uma forma rígida, mas sim que se
possa confiar em mim como realmente sou. Empreguei o termo “congruente” para
descrever o modo como eu gostaria de ser. Com este termo pretendo dizer que
qualquer atitude ou sentimento que esteja experienciando se adapta a
consciência que tenho desse sentimento ou dessa atitude. Quando isso é verdade,
então eu sou nesse momento uma pessoa unificada e integrada e é então que posso
ser quem sou no mais intimo de mim mesmo. Esta é uma realidade que, por
experiência, proporciona aos outros confiança.
Carl Rogers – Tornar-se Pessoa
Carl Rogers – Tornar-se Pessoa
Reflexões Humanistas – Carl Rogers
Primeiro post da série - Reflexões Humanistas
· O que são relações de ajuda?
· O que são relações de ajuda?
“Entendo
por esta expressão uma relação na qual pelo menos uma das partes procura
promover na outra o crescimento, o desenvolvimento, a maturidade, um melhor
funcionamento e uma maior capacidade de enfrentar a vida. O outro, neste
sentido, pode ser, quer um indivíduo, quer um grupo. Em outras palavras, a
relação de ajuda pode ser definida como uma situação na qual um dos
participantes procura promover no numa ou noutra parte, ou em ambas, uma maior apreciação,
uma maior expressão e uma utilização mais funcional dos recursos internos
latentes do indivíduo.
É,
no entanto, claro que uma definição deste gênero abrange toda uma série de relações
cujo objetivo geral é facilitar o crescimento. Ela inclui, sem sombra de
dúvida, as relações da mãe ou do pai com seu filho, a relação do médico com o
doente, do terapeuta com seu cliente e do professor com seu aluno.”
Carl
Rogers – Tornar-se Pessoa
PSICOLOGIA & PSICOFARMACOLOGIA
Desde setembro de 1991, há um programa do “Departamento de
Defesa” dos EUA, no qual psicólogos militares prescrevem remédios. Desde 1999
há locais com legislações que normalizam essa estratégia química do psicólogo
clínico.
Em 2002, o governador Gary Johnson, usando os ótimos
resultados do “Departamento de Defesa” americano, aprovou uma lei que autorizou
que os psicólogos com pós-graduação em farmacologia pudessem prescrever
remédios.
A pós-graduação em Farmacologia para psicólogos tem duração
de 450 horas, com prática clínica supervisionada e conta com uma certificação
nacional. Esse curso americano conta com disciplinas, que os psicólogos
brasileiros já cursam na sua graduação, como, por exemplo: psicofarmacologia,
neuroanatomia, neurofisologia, clinica farmacológica, farmacologia,
fisiopatologia, epidemiologia, etc. Após aprovado no exame nacional, o
psicólogo recebe uma licença para praticar a prescrição de remédios (com
supervisão) durante 02 anos. Após esse tempo, o psicólogo está apto a prescrever
remédios sem supervisão...
No Brasil já existem inúmeros psicólogos com especialização,
mestrado, doutorado e pós-doutorado na área farmacológica. Como comentam os
psicólogos Dr. Jesus Landeira-Fernandez e Dr. Antônio Pedro de Mello Cruz: “...
é também nosso objetivo chamar a atenção do psicólogo clínico para o fato de
que sua prática pode e deve ser enriquecida através da aquisição de
conhecimento e treinamento necessário para o emprego de drogas psicotrópicas.
Entre as várias razões que justificam esse direito está o grande avanço que a
psicofarmacologia vem conquistando graças à pesquisa básica, que conta,
inclusive, com grande participação de pesquisadores com formação em psicologia. Outra razão
importante é que drogas psicotrópicas, bem como as psicoterapias, parecem atuar
de forma semelhante no sistema nervoso central”. (LANDEIRA-FERNANDEZ; CRUZ,
1998)
Para ler o trabalho de Alex Sandro Tavares da Silva na
integra:
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